segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

kant com o kid abelha




Nada por mim

Intro: D Bm D Bm

D Em Am
Você me tem fácil de mais
D7 E7
Mas não parece capaz
Gm6 D G/A
De cuidar do que possui
D Em Am
Você sorriu e me propôs
D7 E7
Que eu te deixasse em paz
Gm6
E disse vai
D Am D7
Eu não fui
G Gm
Não faça assim
D E7
Não faça nada por mim
G Gm D A7
Não vá pensando que eu sou seu
D Em Am
Você me diz o que fazer
D7 E7
Mas não procura entender
Gm6 D G/A
Que eu faço só pra te agradar
D Em Am
Me diz até o que vestir
D7 E7
Com quem andar e onde ir
Gm D D7
Mas não me pede pra voltar
G Gm
Não faça assim
D E7
Não faça nada por mim
G Gm D A7
Não vá pensando que eu sou seu

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Toque e Kant com o Urso




SCRIVI – Rita Pavone

A F#m A F#m
A F#m
MIO CARO E' TANTO TEMPO
A F#m
CHE TU TU NON MI SCRIVI PIU'
D B D#dim
COSA MAI PENSAR PROPRIO NON SO
A E D
SCRIVI NON MI FAR SOFFRIRE PIU'
A F#m
MI SENTO SOLA SENZA DI TE
A F#m
SENZA I BACI CHE PIU' NON HO
D B7
PERCHE' TU NON MI RISPONDI
F#m B A
SCRIVI NON MI FAR SOFFRIRE PIU'
E
LE ORE TUTTI I GIORNI MIEI
B B7
TUTTI I MIEI MINUTI
B E
SON COSI' TRISTI E NON PASSAN MAI YEAH
B B7
TORNA TORNA PRESTO VOGLIO RIVEDERTI
B E
TU NON PUOI CAPIRE COME SOFFRO SENZA TE
A F#m
E VOGLIO BENE A TE SOLTANTO A TE
A F#m
E MAI FINCHE' VIVRO' OH OH OH OH OH OH
D B7
DI TE MI SCORDERO'
F#m B A F#
MA SCRIVI SONO SOLA SENZA TE EH EH EH EH
B7 E9 A
BASTA UNA PAROLA E NON MI FAI SOFFRIRE PIU'
F#m
YEY YEY YEY YEY
A F#m A
YEY YEY YEY YEY

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

momento documentários

Fonte: Folha de São Paulo

Vinte documentários para ver antes de morrer
por André Barcinski

O canal norte-americano Current TV está exibindo o festival “50 documentários para ver antes de morrer”. Os filmes foram selecionados por Morgan Spurlock, diretor de “A Dieta do Palhaço” (“Super Size Me”), filme em que relata sua experiência como cobaia numa dieta à base de sanduíches do McDonald’s.
A lista de Spurlock é, francamente, ridícula (veja aqui). Pra começar, ele inclui o próprio filme, que não passa de uma curiosidade, como o quinto melhor documentário dos últimos 25 anos. Claro que há filmes interessantes na lista, mas boa parte são desses que mais parecem programas de TV, como os documentários de Michael Moore, engenhosas peças de propaganda mas cinema de quinta categoria.
Resolvi fazer uma lista de meus 20 documentários prediletos, para comparar com a lista de Spurlock. Só concordamos em seis títulos. Aqui vai minha lista, em ordem cronológica. Faça a sua lista e compare...

Nanook, o Esquimó (Robert Flaherty, 1922)
Várias sequências foram reencenadas para as câmeras, mas isso não tira o brilho dessa obra-prima que conta um ano na vida de um esquimó. Flahrety fez também o extraordinário “Homem de Aran” (1935), sobre a vida em uma ilha remota da Irlanda.

O Homem com a Câmera (Dziga Vertov, 1925)
Até hoje é um choque ver esse mosaico da vida russa dos anos 20, em que Vertov praticamente inventa a linguagem cinematográfica moderna.

Olympia (Leni Riefensthal, 1938)
A cineasta predileta de Hitler revolucionou o cinema com técnicas surpreendentes para a época – closes, câmeras que filmavam de ângulos inusitados e com movimentos fluidos, câmera lenta – e copiadas até hoje. O filme é controverso, mas, a bem da verdade, Riefensthal dedica imagens lindas a Jesse Owens, o atleta negro que irritou Hitler com suas vitórias nas pistas.

Marjoe (Howard Smith e Sarah Kernochan, 1972)
Imperdível. Conta a história de um evangelista, Marjoe Gortner, que tem uma crise de consciência e resolve mostrar para as câmeras suas técnicas de charlatanismo. O filme causou tanta revolta na época que nunca mais foi exibido, apesar de ter levado o Oscar. O negativo por pouco não foi perdido e o filme só foi lançado em DVD há pouco tempo.

Corações e Mentes (Peter Davis, 1974)
Obra-prima do cinema documental ou uma eficiente peça de propaganda contra a presença americana no Vietnã? De qualquer forma, vale a pena ver esse filme, que causou muita polêmica na época e continua impressionante.

Grey Gardens (Albert e David Maysles, 1975)
Filme arrasador sobre a vida de duas socialites decadentes, mãe e filha, vivendo numa mansão decrépita em Nova York e tentando manter as aparências.

Harlan County, USA (Barbara Kopple, 1976)
Clássico sobre a luta de mineradores do Kentucky contra as condições desumanas de trabalho impostas por uma grande empresa de carvão.

A Batalha do Chile (Patricio Guzman, 1975-1979)
Documentário em três partes que narra a ascensão e queda de Salvador Allende no Chile. O negativo foi doado pelo cineasta francês Chris Marker (“La Jetée”), e o cinegrafista sumiu, junto com milhares de outras vítimas de Pinochet. Cinema-verdade é isso aí.

Koyaaniskatsi (Godfrey Reggio, 1982)
Imagens delirantes, nenhum diálogo, e a música gélida de Phillip Glass fazem desse filme sobre os perigos da modernidade uma experiência aterradora.

Cabra Marcado para Morrer (Eduardo Coutinho, 1984)
Depois que os militares interrompem as filmagens de um documentário sobre lideranças camponesas, em 1964, Coutinho volta ao local, 18 anos depois, para retomar a história. Fascinante.

The Thin Blue Line (Errol Morris, 1988)
Errol Morris é o cara. Qualquer filme dele poderia figurar nessa lista. Escolhi “The Thin Blue Line”, história real de um homem condenado à morte por um crime que não cometeu. Não vou estragar a surpresa do fim. É ver para crer.

Francis Ford Coppola – O Apocalypse de um Cineasta (Fax Bahr, George Hickenlooper, 1991)
Narrado pela mulher de Coppola, Eleanor, documenta a saga das filmagens de “Apocalypse Now”, marcada por acidentes, problemas gigantescos e egos maiores ainda.

Hoop Dreams (Steve James, 1994)
O esporte como único meio de ascensão social para famílias negras norte-americanas é o tema desse filme comovente. O diretor acompanhou anos da vida de dois meninos que sonham em jogar basquete profissional.

Crumb (Terry Zwigoff, 1994)
Fiquei estarrecido quando vi este filme pela primeira vez e descobri a história da vida de Crumb e seu relacionamento traumático com os irmãos. Revi o filme há pouco tempo. Continuei estarrecido.

Paradise Lost: The Child Murders at Robin Hood Hills (Joe Berlinger e Bruce Sinofsky, 1996)
Berlinger e Sinosfky fizeram também os ótimos “Brother’s Keeper” e “Some Kind of Monster”, o documentário sobre o Metallica. Aqui, eles contam a história de três adolescentes acusados de matar um colega em um ritual de magia negra. Apavorante.

Meu Melhor Inimigo (Werner Herzog, 1999)
Herzog tenta entender a demência do amigo/inimigo Klaus Kinski. Melhor momento: um índio se oferece a Herzog para matar Kinski, durante a filmagem de “Fitzcarraldo”.

Na Captura dos Friedmans (Andrew Jarecki, 2003)
Os Friedman eram uma típica família de classe média suburbana. Até que o pai e um dos filhos são acusados de molestar sexualmente crianças. Uma história marcante sobre linchamentos coletivos e o sensacionalismo da imprensa.

Santiago (João Moreira Salles, 1997-2007)
Adorei esse filme extremamente simples e pessoal sobre a vida do mordomo da família Salles, Santiago, um personagem obsessivo e fascinante.

The King of Kong (Seth Gordon, 2007)
Filme divertidíssimo sobre dois nerds que disputam o título de campeão mundial do videogame “Donkey Kong”.

Dear Zachary: a Letter to a Son About His Father (Kurt Kuenne, 2008)
Quando seu melhor amigo – cuja esposa está grávida - é assassinado, Kuenne resolve fazer um filme sobre ele, para mostrar ao filho que vai nascer. Já vou avisando: é uma das experiências mais arrasadoras do cinema nos últimos anos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011


Documentário de Scorsese sobre George Harrison será lançado em DVD no dia 10 de outubro

RIO - A vida de George Harrison, o Beatle que levou o misticismo indiano ao centro da música do quarteto de Liverpool, vai virar um documentário dirigido por Martin Scorsese. O filme, "George Harrison: Living in the Material World", estreia nos EUA na HBO, dividido em duas partes que serão exibidas nos dias 5 e 6 de outubro. No dia 10, o DVD chegará às lojas americanas, segundo a NME.com .
Scorsese levou cerca de quatro anos para fazer o documentário, produzido em parceria com Olivia Harrison, a viúva de George. O longa traz muito material raro, como filmes caseiros, entrevistas e imagens inéditas do ex-Beatle. Um livro feito com base nas gravações será lançado em setembro com fotos, cartas, diários e outros arquivos pessoais de George.
O documentário falará sobre a música e a vida espiritual de George, com entrevistas concedidas pelo próprio guitarrista, além de depoimentos dos ex-Beatles Paul McCartney e Ringo Starr e personalidades próximas à banda, como Yoko Ono, Phil Spector, George Martin e o amigo Eric Clapton. Também aparecem no filme os ex-Monty Python Terry Gilliam e Eric Idle e o tricampeão de Fórmula-1 Jackie Stewart - Harrison era um grande fã de automobilismo.
George Harrison era o Beatle mais novo. Ele se juntou ao grupo a convite de Paul quando tinha apenas 15 anos e a banda ainda se chamava "The Quarrymen". Com o tempo o domínio de Lennon e McCartney sobre as composições da banda começou a incomodá-lo, uma vez que George também havia desenvolvido um talento indiscutível no ofício - vide "Something".
A música indiana foi apresentada a Harrison por David Crosby, dos Byrds, em 1965. Poucos depois ele conheceu o hinduísmo e chegou a levar todos os Beatles para uma temporada no templo de meditação transcedental do guru Maharishi Mahesh Yogi, em 1968. Harrison acabou abraçando a crença Hare Krishna, a qual seguiu até a morte.
Logo após o fim dos Beatles, ele lançou o disco triplo "All things must pass", considerado por muitos o melhor trabalho solo de um ex-Beatle. O nome do documentário, "Living in the Material World", é inspirado num outro disco de George lançado em 1973, que a traz a popular canção "Give Me Love (Give Me Peace on Earth)".
George Harrison morreu de câncer no pulmão em 29 de novembro de 2001, aos 58 anos, em Los Angeles, nos EUA.

Documentário de Scorcese sobre George Harrison / Crédito: Crédito: Reprodução

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Novo filme da BBC contará história da produção e polêmicas em torno de 'A vida de Brian' - O Globo

Novo filme da BBC contará história da produção e polêmicas em torno de 'A vida de Brian' - O Globo

"RIO - A história da produção do filme "A vida de Brian" e a polêmica gerada pela sátira do grupo inglês Monty Python em cima do evangelho vão se tornar um filme com tons de comédia produzido pela BBC. "Holy Flying Circus" será centrado no confronto entre dois integrantes do Monty Python, John Cleese e Michael Palin, e o escritor católico Malcolm Muggeridge durante um programa de televisão, em novembro de 1979. Muggeridge, ao lado do bispo de Southwark, Mervyn Stockwood, acusava o filme de ser um ataque indecente ao cristianismo.
"Você pode dizer que "Holy Flying Circus" é o equivalente na comédia a "Frost/Nixon", marcando um momento histórico na televisão. Mas "Frost/Nixon" foi muito mais facutal e o nosso terá mais humor, apesar de debate em si ser literal", explica o diretor Owen Harris ao jornal The Guardian.
Lançado em 1979, "A vida de Brian" conta os infortúnios de um judeu que é confundido com o novo Messias, na época de Jesus de Nazaré. Escrito por Tony Roche e dirigido por Harris, o filme da BBC terá um tom de comédia, inspirado na criação do próprio Monty Pyhton.
"Ele será não-linear e terá animações, como no trabalho de Terry Gilliam. Nós pegamos seus desenhos como um ponto de partida e aplicamos nossa própria imaginação. No fim algumas das sequências serão parecidas com o "Family Guy", mas não visualmente", disse Harris ao Guardian.
Stephen Fry faz uma pequena participação como Deus, mas o resto do elenco é desconhecido. Os Pythons serão interpretados por Steve Punt (Eric Idle), Darren Boyd (John Cleese), Rufus Jones (Terry Jones), Phil Nichol (Terry Gilliam), Charles Edwards (Michael Palin) e Tom Fisher (Graham Chapman)."

Cena do filme 'A vida de Brian' / Crédito: Reprodução

sábado, 23 de julho de 2011

Elysha Rom-Povolo: Five Harry Potter Life Lessons

Elysha Rom-Povolo: Five Harry Potter Life Lessons

RIP Amy Winehouse (14/09/1983 - 23/07/2011)


Fonte: Wikipedia
"Amy Jade Winehouse (Londres, 14 de setembro de 1983 — Londres, 23 de julho de 2011) foi uma cantora e compositora de soul, jazz e R&B do Reino Unido. Seu primeiro álbum, Frank, lançado em 2003 pela Island Records, foi muito bem recebido, comercial e criticamente, e o segundo, de 2006, Back to Black, deu a ela seis indicações ao Grammy Awards, das quais venceu cinco.
Amy também é muito conhecida por seus escândalos públicos e pelo uso de drogas. Os problemas de Amy com drogas e álcool têm sido noticiados pelos meios de comunicação ao redor do mundo desde 2008. Em junho de 2008 o pai de Amy revelou aos jornalistas que ela estava com uma possível arritmia cardíaca por conta do uso abusivo de cocaína e cigarro.
Em 2009, Amy Winehouse garantiu estar se recuperando. Winehouse já vendeu 505 mil cópias de seus dois discos anteriores no Brasil, segundo a revista semanal Veja.
Em 2010, Amy Winehouse terminou seu tratamento na reabilitação e finalmente parecia ter-se libertado das drogas, podendo concentrar-se no seu terceiro disco, esperado para janeiro de 2011, fato que não ocorreu. No seu último concerto em 19 de junho de 2011, em Belgrado, a cantora teve uma atuação em que era visível o seu estado de embriaguez, levando a assobios por parte dos fãs sérvios.Ficou assim provado, que a cantora não se tinha ainda curado do alcoolismo.
No dia 23 de Julho de 2011, foi encontrada morta em sua casa. A causa da morte ainda não é conhecida."

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Morre o pai da Barbie

Fonte: Correio BrazilienseMorre aos 95 anos o fundador da Mattel, criador da Barbie

Handler fundou Mattel em 1945 junto à sua mulher Ruth. O casal teve Barbara, que deu seu nome à boneca Barbie. O outro filho dos Handler, Kenneth, foi a inspiração de Ken. ( www.freewebs.com/Reprodução)
Handler fundou Mattel em 1945 junto à sua mulher Ruth. O casal teve Barbara, que deu seu nome à boneca Barbie. O outro filho dos Hand

Handler fundou Mattel em 1945 junto à sua mulher Ruth. O casal teve Barbara, que deu seu nome à boneca Barbie. O outro filho dos Handler, Kenneth, foi a inspiração de Ken.
LOS ANGELES - O "pai" da famosa - e cinquentona - boneca Barbie, Elliot Handler, fundador do império Mattel, morreu aos 95 anos, informou a companhia nesta sexta-feira em comunicado. "Nos entristece muito o falecimento de Elliot Handler, fundador da Mattel e criador de alguns dos brinquedos mais queridos do mundo", afirmou a empresa com sede em El Segundo (oeste, Califórnia) e responsável também pelos célebres carrinhos de brinquedo Hot Wheels.
O site das celebridades TMZ informou que Hankler padeceu de "uma emergência" na noite desta quinta-feira e morreu por uma falha cardíaca.
Handler fundou Mattel em 1945 junto à sua mulher Ruth. O casal transformou o negócio familiar em um dos maiores fabricantes de brinquedos do mundo, graças sobretudo à introdução da "Barbie" ao mercado, em 1959, com suas pernas desproporcionalmente longas e seu busto demasiado alto para ser real. Elliot e Ruth venderam naquele ano 300.000 exemplares da que se transformaria na boneca mais popular entre as crianças, hoje em dia idolatrada por alguns como fonte de inspiração da cultura pop, e criticada por outros como símbolo do machismo.
No fim de 1960, a empresa criou os Hot Wheels, que também se tornaram número um em vendas de brinquedos, segundo afirma a companhia. Handler "não apenas inspirou e deu alegria aos funcionários da Mattel, como a gerações de crianças em todo o mundo", completou o comunicado da empresa.
Ruth Handler morreu em 2002 aos 85 anos. O casal teve Barbara, que deu seu nome à boneca. O outro filho dos Handler, Kenneth - inspiração de Ken, noivo há décadas de Barbie - morreu em 1994 de um tumor cerebral.

A família Handler e as crianças cujos nomes inspiraram os dos bonecos Barbie e Ken.

Eu ainda estou vivo

Sei que essa frase, hoje em dia, é ostentação. Mas como nunca fui um cara muito humilde mesmo, resolvi mandar. Estive pensando em como o mu...