Porque sempre é bom fazer uma propaganda dos Beatles (e eu nem recebo por isso, viu?).
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Donatella Rettore: Kobra
Donatella Rettore - Kobra
LA- FA DO SOL
Il kobra non e' un serpente ma un pensiero frequente
FA LA-
che diventa indecente quando vedo te, quando vedo te
SOL FA LA-
quando vedo te, quando vedo te.
FA DO SOL
Il kobra non e' una biscia ma un vapore che striscia
FA LA-
con la traccia che lascia dove passi tu, dove passi tu
SOL FA LA-
dove passi tu, dove passi tu.
FA MI- RE-
Il kobra col sale se lo mangi fa male perche' non si usa cosi'.
LA- FA
Il kobra ha un blasone di pietra e di ottone
MI- SOL MI7
e' un nobile servo che vive in prigione.
RE- MI-
Il kobra si snoda, si gira, m'inchioda
FA SOL MI7
mi chiude la bocca, mi stringe e mi tocca.
LA- FA MI7 LA-
Wow! Wow! Il kobra! Ah! Wow! Wow! Il kobra! Ah!
Il kobra non e' un vampiro ma una lama, un sospiro
che diventa un impero quando vedo te, quando vedo te...
Il kobra non e' un pitone ma un gustoso boccone
che diventa canzone dove passi tu, dove passi tu...
Il kobra col sale...
Il kobra non e' un serpente ma un pensiero frequente...
quando vedo te... quando vedo te...
Agradecimentos ao Victor, que me apresentou a música!
sábado, 16 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Papa don't preach (ou Papa, não enche o saco)
"Vaticano ataca livro de freira que defende masturbação
O Vaticano criticou uma popular freira norte-americana após esta ter publicado um livro a promover a homossexualidade e a masturbação.
A irmã Margaret A. Farley escreveu o livro "Just Love, a Framework for Christian Sexual Ethics", considerado como estando em contradição com os ensinamentos católicos e que levou já o Vaticano a alertar os seus fiéis para ignorarem as suas afirmações. No polémico livro, Margaret Farley escreve que a masturbação, particularmente nas mulheres, "normalmente não levanta questões morais nenhumas e atualmente favorece as relações em vez de as destruir". O Vaticano refuta as afirmações, explicando que a Igreja ensina que a masturbação é um ato de desordem grave".
Noutra passagem, Farley escreve que a "orientação sexual das pessoas, bem como as suas relações, devem ser respeitadas". No entanto, a doutrina católica proclama que apesar das tendências homossexuais não serem pecado, as relações homossexuais são atos de desordem e contrários á lei natural".
Farley declarou hoje que não contesta o facto de algumas das suas afirmações não estarem de acordo com os ensinamentos oficiais da igreja Católica, mas que "o livro não teve a intenção de ser uma expressão da posição oficial da Igreja, nem de a criticar. Trata de assuntos diferentes", diz.
As declarações da freira surgem em resposta às críticas do Vaticano e do próprio Papa, Bento XVI, que já vieram criticar o seu livro. No entanto, Farley recusou-se a explicar ao Vaticano, por carta, que o livro não teve a intenção de representar os ensinamentos católicos mas sim de ajudar os leitores a refletir sobre os "tabus morais" e a pensar na ética sexual "num contexto de justiça, sabedoria e amor".
Vários teólogos católicos já vieram apoiar Farley, que descrevem como sendo "séria estudante de teologia". A irmã Patricia McDermott, presidente do "Sisters of Mercy" da América, expressou também o seu "profundo desgosto" pelo Vaticano ter respondido à publicação do livro."
![]() |
| - Graaaaaaaauuuuuuu!!! |
Fonte:
terça-feira, 5 de junho de 2012
As músicas pop estão ficando mais tristinhas MESMO
A música pop, nos últimos 50 anos, está ficando mais triste e mais lenta, segundo um estudo de cientistas da Alemanha e Canadá:
http://www.spiegel.de/kultur/musik/popmusik-wird-immer-trauriger-wissenschaftliche-studie-der-fu-berlin-a-837031.html
O google traduz, vale a pena dar uma olhada na matéria!
Por isso que atualmente, as únicas músicas que me deixam feliz são as feitas há mais de setenta anos!!!
http://www.spiegel.de/kultur/musik/popmusik-wird-immer-trauriger-wissenschaftliche-studie-der-fu-berlin-a-837031.html
O google traduz, vale a pena dar uma olhada na matéria!
Por isso que atualmente, as únicas músicas que me deixam feliz são as feitas há mais de setenta anos!!!
segunda-feira, 28 de maio de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Porque glamour eu tenho! Só faltam-me a Grace Kelly e o Hitchcock!!!
Ok, gente, eu não estou tão mal assim... foi só uma torção na pata esquerda inferior. Coisas que acontecem quando um urso preguiçoso e sedentário como eu resolve ir à praia.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
siouxsie and the banshees - dazzle
http://youtu.be/94wZxJBbv3g
Dazzle
swallowing diamonds
a cutting throat
your teeth when you grin
reflecting beams on tombstones
a jamboree of surprises
playing russian roulette
or the lucky clip
a clenched fist to your heart
coal dust on your lungs
a silver tongue for the chosen one
heavy magnum in your side or a bloody thorn
skating bullets on angel dust
in a dead sea of fluid mercury
baby piano cries
under your heavy index & thumb
pull some strings -- let them sing
the stars that shine & the stars that shrink
in the face of stagnation the water runs
before your eyes
dazzle
it's a glittering prize
Dazzle
swallowing diamonds
a cutting throat
your teeth when you grin
reflecting beams on tombstones
a jamboree of surprises
playing russian roulette
or the lucky clip
a clenched fist to your heart
coal dust on your lungs
a silver tongue for the chosen one
heavy magnum in your side or a bloody thorn
skating bullets on angel dust
in a dead sea of fluid mercury
baby piano cries
under your heavy index & thumb
pull some strings -- let them sing
the stars that shine & the stars that shrink
in the face of stagnation the water runs
before your eyes
dazzle
it's a glittering prize
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
kant com o kid abelha
Nada por mim
Intro: D Bm D Bm
D Em Am
Você me tem fácil de mais
D7 E7
Mas não parece capaz
Gm6 D G/A
De cuidar do que possui
D Em Am
Você sorriu e me propôs
D7 E7
Que eu te deixasse em paz
Gm6
E disse vai
D Am D7
Eu não fui
G Gm
Não faça assim
D E7
Não faça nada por mim
G Gm D A7
Não vá pensando que eu sou seu
D Em Am
Você me diz o que fazer
D7 E7
Mas não procura entender
Gm6 D G/A
Que eu faço só pra te agradar
D Em Am
Me diz até o que vestir
D7 E7
Com quem andar e onde ir
Gm D D7
Mas não me pede pra voltar
G Gm
Não faça assim
D E7
Não faça nada por mim
G Gm D A7
Não vá pensando que eu sou seu
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Toque e Kant com o Urso
SCRIVI – Rita Pavone
A F#m A F#m
A F#m
MIO CARO E' TANTO TEMPO
A F#m
CHE TU TU NON MI SCRIVI PIU'
D B D#dim
COSA MAI PENSAR PROPRIO NON SO
A E D
SCRIVI NON MI FAR SOFFRIRE PIU'
A F#m
MI SENTO SOLA SENZA DI TE
A F#m
SENZA I BACI CHE PIU' NON HO
D B7
PERCHE' TU NON MI RISPONDI
F#m B A
SCRIVI NON MI FAR SOFFRIRE PIU'
E
LE ORE TUTTI I GIORNI MIEI
B B7
TUTTI I MIEI MINUTI
B E
SON COSI' TRISTI E NON PASSAN MAI YEAH
B B7
TORNA TORNA PRESTO VOGLIO RIVEDERTI
B E
TU NON PUOI CAPIRE COME SOFFRO SENZA TE
A F#m
E VOGLIO BENE A TE SOLTANTO A TE
A F#m
E MAI FINCHE' VIVRO' OH OH OH OH OH OH
D B7
DI TE MI SCORDERO'
F#m B A F#
MA SCRIVI SONO SOLA SENZA TE EH EH EH EH
B7 E9 A
BASTA UNA PAROLA E NON MI FAI SOFFRIRE PIU'
F#m
YEY YEY YEY YEY
A F#m A
YEY YEY YEY YEY
sábado, 3 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
momento documentários
Fonte: Folha de São Paulo
Vinte documentários para ver antes de morrer
por André Barcinski
O canal norte-americano Current TV está exibindo o festival “50 documentários para ver antes de morrer”. Os filmes foram selecionados por Morgan Spurlock, diretor de “A Dieta do Palhaço” (“Super Size Me”), filme em que relata sua experiência como cobaia numa dieta à base de sanduíches do McDonald’s.
A lista de Spurlock é, francamente, ridícula (veja aqui). Pra começar, ele inclui o próprio filme, que não passa de uma curiosidade, como o quinto melhor documentário dos últimos 25 anos. Claro que há filmes interessantes na lista, mas boa parte são desses que mais parecem programas de TV, como os documentários de Michael Moore, engenhosas peças de propaganda mas cinema de quinta categoria.
Resolvi fazer uma lista de meus 20 documentários prediletos, para comparar com a lista de Spurlock. Só concordamos em seis títulos. Aqui vai minha lista, em ordem cronológica. Faça a sua lista e compare...
Nanook, o Esquimó (Robert Flaherty, 1922)
Várias sequências foram reencenadas para as câmeras, mas isso não tira o brilho dessa obra-prima que conta um ano na vida de um esquimó. Flahrety fez também o extraordinário “Homem de Aran” (1935), sobre a vida em uma ilha remota da Irlanda.
O Homem com a Câmera (Dziga Vertov, 1925)
Até hoje é um choque ver esse mosaico da vida russa dos anos 20, em que Vertov praticamente inventa a linguagem cinematográfica moderna.
Olympia (Leni Riefensthal, 1938)
A cineasta predileta de Hitler revolucionou o cinema com técnicas surpreendentes para a época – closes, câmeras que filmavam de ângulos inusitados e com movimentos fluidos, câmera lenta – e copiadas até hoje. O filme é controverso, mas, a bem da verdade, Riefensthal dedica imagens lindas a Jesse Owens, o atleta negro que irritou Hitler com suas vitórias nas pistas.
Marjoe (Howard Smith e Sarah Kernochan, 1972)
Imperdível. Conta a história de um evangelista, Marjoe Gortner, que tem uma crise de consciência e resolve mostrar para as câmeras suas técnicas de charlatanismo. O filme causou tanta revolta na época que nunca mais foi exibido, apesar de ter levado o Oscar. O negativo por pouco não foi perdido e o filme só foi lançado em DVD há pouco tempo.
Corações e Mentes (Peter Davis, 1974)
Obra-prima do cinema documental ou uma eficiente peça de propaganda contra a presença americana no Vietnã? De qualquer forma, vale a pena ver esse filme, que causou muita polêmica na época e continua impressionante.
Grey Gardens (Albert e David Maysles, 1975)
Filme arrasador sobre a vida de duas socialites decadentes, mãe e filha, vivendo numa mansão decrépita em Nova York e tentando manter as aparências.
Harlan County, USA (Barbara Kopple, 1976)
Clássico sobre a luta de mineradores do Kentucky contra as condições desumanas de trabalho impostas por uma grande empresa de carvão.
A Batalha do Chile (Patricio Guzman, 1975-1979)
Documentário em três partes que narra a ascensão e queda de Salvador Allende no Chile. O negativo foi doado pelo cineasta francês Chris Marker (“La Jetée”), e o cinegrafista sumiu, junto com milhares de outras vítimas de Pinochet. Cinema-verdade é isso aí.
Koyaaniskatsi (Godfrey Reggio, 1982)
Imagens delirantes, nenhum diálogo, e a música gélida de Phillip Glass fazem desse filme sobre os perigos da modernidade uma experiência aterradora.
Cabra Marcado para Morrer (Eduardo Coutinho, 1984)
Depois que os militares interrompem as filmagens de um documentário sobre lideranças camponesas, em 1964, Coutinho volta ao local, 18 anos depois, para retomar a história. Fascinante.
The Thin Blue Line (Errol Morris, 1988)
Errol Morris é o cara. Qualquer filme dele poderia figurar nessa lista. Escolhi “The Thin Blue Line”, história real de um homem condenado à morte por um crime que não cometeu. Não vou estragar a surpresa do fim. É ver para crer.
Francis Ford Coppola – O Apocalypse de um Cineasta (Fax Bahr, George Hickenlooper, 1991)
Narrado pela mulher de Coppola, Eleanor, documenta a saga das filmagens de “Apocalypse Now”, marcada por acidentes, problemas gigantescos e egos maiores ainda.
Hoop Dreams (Steve James, 1994)
O esporte como único meio de ascensão social para famílias negras norte-americanas é o tema desse filme comovente. O diretor acompanhou anos da vida de dois meninos que sonham em jogar basquete profissional.
Crumb (Terry Zwigoff, 1994)
Fiquei estarrecido quando vi este filme pela primeira vez e descobri a história da vida de Crumb e seu relacionamento traumático com os irmãos. Revi o filme há pouco tempo. Continuei estarrecido.
Paradise Lost: The Child Murders at Robin Hood Hills (Joe Berlinger e Bruce Sinofsky, 1996)
Berlinger e Sinosfky fizeram também os ótimos “Brother’s Keeper” e “Some Kind of Monster”, o documentário sobre o Metallica. Aqui, eles contam a história de três adolescentes acusados de matar um colega em um ritual de magia negra. Apavorante.
Meu Melhor Inimigo (Werner Herzog, 1999)
Herzog tenta entender a demência do amigo/inimigo Klaus Kinski. Melhor momento: um índio se oferece a Herzog para matar Kinski, durante a filmagem de “Fitzcarraldo”.
Na Captura dos Friedmans (Andrew Jarecki, 2003)
Os Friedman eram uma típica família de classe média suburbana. Até que o pai e um dos filhos são acusados de molestar sexualmente crianças. Uma história marcante sobre linchamentos coletivos e o sensacionalismo da imprensa.
Santiago (João Moreira Salles, 1997-2007)
Adorei esse filme extremamente simples e pessoal sobre a vida do mordomo da família Salles, Santiago, um personagem obsessivo e fascinante.
The King of Kong (Seth Gordon, 2007)
Filme divertidíssimo sobre dois nerds que disputam o título de campeão mundial do videogame “Donkey Kong”.
Dear Zachary: a Letter to a Son About His Father (Kurt Kuenne, 2008)
Quando seu melhor amigo – cuja esposa está grávida - é assassinado, Kuenne resolve fazer um filme sobre ele, para mostrar ao filho que vai nascer. Já vou avisando: é uma das experiências mais arrasadoras do cinema nos últimos anos.
Vinte documentários para ver antes de morrer
por André Barcinski
O canal norte-americano Current TV está exibindo o festival “50 documentários para ver antes de morrer”. Os filmes foram selecionados por Morgan Spurlock, diretor de “A Dieta do Palhaço” (“Super Size Me”), filme em que relata sua experiência como cobaia numa dieta à base de sanduíches do McDonald’s.
A lista de Spurlock é, francamente, ridícula (veja aqui). Pra começar, ele inclui o próprio filme, que não passa de uma curiosidade, como o quinto melhor documentário dos últimos 25 anos. Claro que há filmes interessantes na lista, mas boa parte são desses que mais parecem programas de TV, como os documentários de Michael Moore, engenhosas peças de propaganda mas cinema de quinta categoria.
Resolvi fazer uma lista de meus 20 documentários prediletos, para comparar com a lista de Spurlock. Só concordamos em seis títulos. Aqui vai minha lista, em ordem cronológica. Faça a sua lista e compare...
Nanook, o Esquimó (Robert Flaherty, 1922)
Várias sequências foram reencenadas para as câmeras, mas isso não tira o brilho dessa obra-prima que conta um ano na vida de um esquimó. Flahrety fez também o extraordinário “Homem de Aran” (1935), sobre a vida em uma ilha remota da Irlanda.
O Homem com a Câmera (Dziga Vertov, 1925)
Até hoje é um choque ver esse mosaico da vida russa dos anos 20, em que Vertov praticamente inventa a linguagem cinematográfica moderna.
Olympia (Leni Riefensthal, 1938)
A cineasta predileta de Hitler revolucionou o cinema com técnicas surpreendentes para a época – closes, câmeras que filmavam de ângulos inusitados e com movimentos fluidos, câmera lenta – e copiadas até hoje. O filme é controverso, mas, a bem da verdade, Riefensthal dedica imagens lindas a Jesse Owens, o atleta negro que irritou Hitler com suas vitórias nas pistas.
Marjoe (Howard Smith e Sarah Kernochan, 1972)
Imperdível. Conta a história de um evangelista, Marjoe Gortner, que tem uma crise de consciência e resolve mostrar para as câmeras suas técnicas de charlatanismo. O filme causou tanta revolta na época que nunca mais foi exibido, apesar de ter levado o Oscar. O negativo por pouco não foi perdido e o filme só foi lançado em DVD há pouco tempo.
Corações e Mentes (Peter Davis, 1974)
Obra-prima do cinema documental ou uma eficiente peça de propaganda contra a presença americana no Vietnã? De qualquer forma, vale a pena ver esse filme, que causou muita polêmica na época e continua impressionante.
Grey Gardens (Albert e David Maysles, 1975)
Filme arrasador sobre a vida de duas socialites decadentes, mãe e filha, vivendo numa mansão decrépita em Nova York e tentando manter as aparências.
Harlan County, USA (Barbara Kopple, 1976)
Clássico sobre a luta de mineradores do Kentucky contra as condições desumanas de trabalho impostas por uma grande empresa de carvão.
A Batalha do Chile (Patricio Guzman, 1975-1979)
Documentário em três partes que narra a ascensão e queda de Salvador Allende no Chile. O negativo foi doado pelo cineasta francês Chris Marker (“La Jetée”), e o cinegrafista sumiu, junto com milhares de outras vítimas de Pinochet. Cinema-verdade é isso aí.
Koyaaniskatsi (Godfrey Reggio, 1982)
Imagens delirantes, nenhum diálogo, e a música gélida de Phillip Glass fazem desse filme sobre os perigos da modernidade uma experiência aterradora.
Cabra Marcado para Morrer (Eduardo Coutinho, 1984)
Depois que os militares interrompem as filmagens de um documentário sobre lideranças camponesas, em 1964, Coutinho volta ao local, 18 anos depois, para retomar a história. Fascinante.
The Thin Blue Line (Errol Morris, 1988)
Errol Morris é o cara. Qualquer filme dele poderia figurar nessa lista. Escolhi “The Thin Blue Line”, história real de um homem condenado à morte por um crime que não cometeu. Não vou estragar a surpresa do fim. É ver para crer.
Francis Ford Coppola – O Apocalypse de um Cineasta (Fax Bahr, George Hickenlooper, 1991)
Narrado pela mulher de Coppola, Eleanor, documenta a saga das filmagens de “Apocalypse Now”, marcada por acidentes, problemas gigantescos e egos maiores ainda.
Hoop Dreams (Steve James, 1994)
O esporte como único meio de ascensão social para famílias negras norte-americanas é o tema desse filme comovente. O diretor acompanhou anos da vida de dois meninos que sonham em jogar basquete profissional.
Crumb (Terry Zwigoff, 1994)
Fiquei estarrecido quando vi este filme pela primeira vez e descobri a história da vida de Crumb e seu relacionamento traumático com os irmãos. Revi o filme há pouco tempo. Continuei estarrecido.
Paradise Lost: The Child Murders at Robin Hood Hills (Joe Berlinger e Bruce Sinofsky, 1996)
Berlinger e Sinosfky fizeram também os ótimos “Brother’s Keeper” e “Some Kind of Monster”, o documentário sobre o Metallica. Aqui, eles contam a história de três adolescentes acusados de matar um colega em um ritual de magia negra. Apavorante.
Meu Melhor Inimigo (Werner Herzog, 1999)
Herzog tenta entender a demência do amigo/inimigo Klaus Kinski. Melhor momento: um índio se oferece a Herzog para matar Kinski, durante a filmagem de “Fitzcarraldo”.
Na Captura dos Friedmans (Andrew Jarecki, 2003)
Os Friedman eram uma típica família de classe média suburbana. Até que o pai e um dos filhos são acusados de molestar sexualmente crianças. Uma história marcante sobre linchamentos coletivos e o sensacionalismo da imprensa.
Santiago (João Moreira Salles, 1997-2007)
Adorei esse filme extremamente simples e pessoal sobre a vida do mordomo da família Salles, Santiago, um personagem obsessivo e fascinante.
The King of Kong (Seth Gordon, 2007)
Filme divertidíssimo sobre dois nerds que disputam o título de campeão mundial do videogame “Donkey Kong”.
Dear Zachary: a Letter to a Son About His Father (Kurt Kuenne, 2008)
Quando seu melhor amigo – cuja esposa está grávida - é assassinado, Kuenne resolve fazer um filme sobre ele, para mostrar ao filho que vai nascer. Já vou avisando: é uma das experiências mais arrasadoras do cinema nos últimos anos.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
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Gente, estavam faltando umas fotos minhas por aqui. Com voces... eu mesmo!!! eu indo pra dama eu e minha amiga tais auto-retrato














